segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Este pais não é para velhos

A história passa-se no Texas, na fronteira EUA/México.
Llewelyn Moss era um soldador e veterano da guerra do Vietname. Numa das suas saídas para caçar, encontra uma mala cheia de dinheiro. Ignorando todos os sinais de perigo, leva a mala consigo. Uma vez que se tratava de muito dinheiro, (dinheiro ligado ao trafico de droga).
Llewelyn torna-se de um momento para o outro o homem mais procurado em Texas. Sabendo-se perseguido, como é natural, Llewelyn foge e leva a mala cheia de dinheiro. O que ele nunca imaginou foi que um dos seus perseguidores era um dos assassinos mais procurados e mais violentos, Anton Chigurh.
Chigurh tinha a missão em mente: recuperar o dinheiro que lhe pertencia, custasse o que custasse. O assassino era capaz de matar todos os que se cruzavam no seu caminho.
O livro apresenta muitas mortes e muita violência. Mas nem só disto vive a história. Uma das personagens é Xerife Bell, que se encontra deslocado de um mundo violento e começa a repensar na sua carreira, com o objetivo de apanhar Chigurh e salvar Llewelyn. Bell sente-se velho e deslocado do seu país.    
   
“P.s. eu amo-te” é o título do livro escrito pela autora Cecelia Ahern, tendo sido mais tarde adaptado para o cinema, com o título “P.s I love you.”

Holly e Gerry são o casal principal, cúmplices, melhores amigos, amantes, até que Holly se vê num mundo sem rumo quando Gerry faleceu prematuramente, com apenas 30 anos, devido a um tumor cerebral. Mas como ele sabia que Holly ficaria devastada com a sua partida, decidiu perpetuar ainda por algum tempo a sua presença junto da mulher que amava, deixando-lhe cartas para ela abrir, uma por mês, durante um ano, e deste modo incentivar-lhe a aprender a viver de novo. No seu último bilhete, dizia: “Não tenhas medo de te apaixonar outra vez. Abre o teu coração e segue para onde ele te levar… e lembra-te, pede a lua… P.s. amar-te-ei sempre.”

Como se sobrevive à perda de um grande amor? Na primeira parte da narrativa, Holly ter-nos-ia respondido: não se sobrevive. Mas Holly sobreviveu!

Este romance é uma narrativa admirável sobre a coragem, a amizade e o amor. 

Sara Neves, nº20, 11ºB.

Sultana , A vida de uma princesa Árabe

Sultana é uma princesa da família real al-Saud, da Arábia Saudita. Como mulher, não tem direitos. Oficialmente, nem existe, já que não há registos de nascimentos e falecimentos das mulheres daquele país. Os homens mandam. Os homens decidem. Elas obedecem. Sendo de um estrato social elevado, Sultana teve uma vida mais facilitada que as suas compatriotas mais desfavorecidas. Mesmo assim, cresceu rebelde. Foi conhecendo os horrores a que estão sujeitas as suas irmãs, os abusos, as violações, o martírio, a morte. Este livro é um relato do que se passa com as mulheres na Arábia Saudita. Numa escrita clara, a autora vai contando a vida da princesa, envolvendo-nos nas histórias de nascimentos, casamentos, mortes, execuções, alegrias e desgostos. Ora nos rimos com as partidas pregadas por Sultana ao irmão, ora choramos por mais uma perda. É um livro comovente, desesperante, que desperta uma grande indignação e revolta. é uma cultura diferente da nossa, que as mulheres de lá dariam tudo para serem como as mulheres daqui.

Crítica de Leitor: «Frankenstein - A Cidade das Trevas»

“A guinchar, a uivar, a berrar, as caras suadas toldadas pelo desejo, iluminadas pelos archotes, espezinhavam o que tinham vaiado antes, matando ritualmente aqueles que já estavam mortos, o fogo de barragem dos pés a fazer tremer a noite com a promessa de guerra final que está para vir.”

Dando continuidade ao primeiro romance, acompanhamos a tentativa de Hélios (Victor Frankenstein) de conquistar o mundo. Contudo, começa também a perder o controlo sobre as suas criações, a quem dá o nome da Nova Raça.
“Proibidos de matar como lhes aprouvesse, os outros membros da Nova Raça viviam com inveja do livre arbítrio de que gozavam os membros da Velha Raça. Esta inveja carregada de amargura de dia para dia, exprimia-se num desespero e numa raiva reprimida que não tinha consolo.”
O livre arbítrio que muitos da Nova Raça tanto ansiavam, começa aos poucos a ser-lhes acessível. Mas Helios terá também que lidar com outro problema igualmente grande: algumas das suas criações que tiveram resultados inesperados estão a revelar-se um grande obstáculo à sua intenção, dominar o mundo.
Novamente, são-nos apresentados capítulos muito curtos, expondo a incapacidade dos vários intervenientes face à sua condição, humana ou não. Personagens que carecem de uma maior caracterização, dada a complexidade das mesmas, tanto as já apresentadas no volume anterior como as novas. Não obstante – expressão muito usada pelo autor/tradutor –, não deixam de ser ainda assim muito interessantes e peculiares, em particular Erika.
Mas às várias personagens está reservado um outro propósito maior, o de representarem novamente um tom crítico e satírico à sociedade. Tal, constitui um dos pontos mais interessantes do livro (e possivelmente de toda a trilogia). 


                                                                          Tiago Vasconcelos nº21 11ºC

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Fama, Amor e Dinheiro

     O livro que decidi ler e apresentar tem como nome Fama, Amor e Dinheiro, escrito por Menna Van Praag. É uma história sobre fazer escolhas e não perder perder o rumo, mas, sobretudo, uma história sobre a importância de seguir os sonhos! 
    O livro trata da história de uma rapariga, chamada May, que em tempos passados sofreu de um desgosto amoroso e concluiu que não tinha o direito de ser amada. Contudo, uma prima e uma amiga insistiram muito para que May mudasse para a América, e decidiu seguir o conselho delas. Lá conheceu um rapaz que tinha uma livraria, Ben, mudou-se para a casa dele e começou a escrever um livro, o que sempre foi o seu sonho. Após o livro estar finalmente acabado, Ben pô-lo na montra para que todos o pudessem ver e o comprassem. Até ao dia em que uma senhora alta e magrinha apareceu na livraria e, assim que leu o livro de May, decidiu editá-lo. 
    May começou a gostar demais da fama e do dinheiro e deu cada vez menos importância ao amor. Mas, mais tarde, sabendo que o que mais a afetava era a falta de Ben, andou muito triste e parou para pensar. Então, percebeu que tinha sido muito injusta com Ben e voltou para junto dele, pediu-lhe perdão e prometeu-lhe não voltar a permitir que a fama e o dinheiro a afetassem tanto.
   Gostei muito de ler este livro, pois como disse no inicio ajuda-nos a não perder o rumo e sobretudo a importância dos sonhos. O livro fez-me reflectir e reforçar os meus objectivos e focos. 

                                                                                                                           CatarinaQuerido 11ºA nº6

Cão como Nós

                                                Cão como Nós é um livro narrativo e poético escrito por Manuel Alegre.
  É uma história de um cão branco, com manchas castanhas de raça épagneul-breton, chamado Kurica, que durante muitos anos acompanhou a família do narrador.
  No entanto, este cão não era um cão como os outros cães, era diferente de todos os outros, era rebelde, caprichoso e desobediente, e achava que não era cão e queria ser como qualquer outro elemento da família.
  Nesta história, é retratado como um ser único. Mostra ignorância pelas regras da casa e cria as suas próprias regras. Compartilhava com a família as emoções e tristezas.
Recomendo este livro a todos os meus colegas, pois é um livro curioso, diferente e engraçado.

Carlos Agostinho Nº2 11ºB

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Em Chamas, Suzanne Collins




Em chamas é o segundo livro de Os jogos da fome e, na minha opinião, muito melhor que o primeiro. 

Este livro fala-nos de como a personagem principal, Katniss, melhorou a sua vida depois de ter sido sujeita á morte. Esta rapariga teve de sustentar a família e, depois dos jogos, ficou com uma vida mais estável. 
O Capitólio, cidade principal de todos os distritos da América, revoltou-se por ter sido provocado por Katniss no final do jogo. Como no ano seguinte se celebravam os septuagésimos jogos, o Capitólio decidiu que aquele ano iria ser celebrado de maneira diferente e, como vingança, os vencedores de cada distrito teriam de regressar à arena e voltar a lutar para sobreviver. Deste conflito, só um poderia sair vivo.





Patrícia Rodrigues Costa 11ºB